11 março 2017

Piano: The melody of a young girl´s heart (anime)

Anime com 10 episódios, produzidos em 2003 contando com a direção de Norihiko Sudo, escrito por Mami Watanabe e Rynosuke Kingetsu.
Primeiro devo dizer que fui enganada pela sinopse... sem dúvida quem escreveu a sinopse que li cursou marketing ou possui a capacidade de ver beleza e profundidade nas coisas mais simplórias, banais e chatas do mundo.
Eu gosto muito da temática musical, sempre que há histórias que mostram pessoas principalmente durante o processo de aprendizagem da música, me atrai bastante. Com esse interesse, apostei em Piano.
O anime possui altíssimas doses de sonífero, até para aqueles que apreciam temas do cotidiano sem grandes aventuras (que é o meu caso). 
A animação e design dos personagens é bastante datada, apesar de ser produzido em 2003, é década de 90 animada. A abertura é um caso a parte, provavelmente a mais chata de todos os tempos, produzida certamente num momento de colapso mental e falta de criatividade dos autores... algo como aquele momento em que você precisa entregar qualquer coisa porque o prazo já passou e num ato de puro desespero você recorta várias partes aleatórias de coisas já feitas, coloca uma melodia de fundo qualquer e entrega como abertura. 
Mas vamos a história propriamente dita.... Piano mostra dias absolutamente comuns com acontecimentos mais comuns ainda de Mia, uma menina de 14 anos... contrariando o que sugere o título, o tema piano por aproximadamente 2/3 da obra se enquadra no fato da personagem principal frequentar aulas de piano uma vez por semana.. na verdade nada que justifique colocar isso como título. Acariciar o gato é uma coisa mais frequente do que ela sentar e estudar piano.. seguindo a lógica, o título poderia ser "A menina acariciadora de gato".. Alias, ela é uma estudante veterana de piano... está naquele momento em que não há paixão nenhuma pela música e só continua a frequentar as aulas para seguir sua rotina de atividade extra curricular. Alias, por quase todos os momentos Mia se mostra beirando a apatia e depressão em suas atividades.
As aulas de piano são absolutamente ridículas, consiste em entrar numa sala, tocar uma música e o professor não ensinar absolutamente NADA. É sério, ele só fica olhando pela janela pagando de phodão, mas é aquele típico personagem cara de cu. Completamente inexpressivo como professor, e até mesmo como personagem, não acrescenta nada a história, a única palavra de incentivo mais veemente que teve com Mia foi um "Não pare com o piano", francamente conseguimos conselhos mais impactantes em biscoitinhos da sorte. 
Na parte final do anime o tema piano é mais justificável, quando ela pressionada pelo professor, irá participar de um recital da escola. Acontece que ela acaba tendo uma espécie de bloqueio para compor uma música para apresentar, desencadeado por uma paixonite que ela desenvolve na escola. 
Tudo isso é retratado de maneira bem lenta... quase angustiante. 
Talvez o aspecto mais interessante do anime seja a dinâmica familiar de Mia. Poucos animes retratam o dia a dia de uma família dessa forma, com atividades extremamente comuns e cotidianas... com probleminhas bobos do dia a dia, dos pais, etc. Sabe aquelas piadas que fazemos "nossa, esse personagem não tem tempo nem de fazer um lanche".. Em Piano você verá personagens fazendo lanches, simplesmente porque estão com fome, não porque o lanche está envenenado ou coisa do gênero. hehehe... Tudo gira em torno da rotina.
Mia possui uma irmã mais velha e trabalha como guia turístico viajando pelo mundo. É retratada passando uns dias de folga com a família, um aspecto interessante também, um adulto que tá meio de saco cheio da vida e quer um pouco de descanso para repensar suas escolhas. Mas também isso é um breve momento do anime, algo "resolvido" em um episódio somente.
Mia também possui uma melhor amiga, obviamente com personalidade e ânimo opostos ao seu, dá um toque de dinamismo mas nada que seja muito revolucionário ou que destoe da proposta de apresentar uma rotina diária sem grandes alardes.
Lá pela reta final do anime, Mia sofre um rebosteio mental como todo pré adolescente, quando as características já previamente depressivas delas elevam-se até a décima potência, e ela decide parar de estudar piano e afins. Isso se resolve e volta atras, obviamente. A série termina como uma dor de barriga frustrada, quando você corre desesperado para o banheiro e no final, era só um peido. Bem quando aquela guria finalmente sobe no palco e vai começar a tocar a música no recital, termina a série. Mas também, o que eu estava esperando né.
Eu gosto muito de séries que relatam dias comuns, atividades comuns, etc.. mas essa parece que eu simplesmente perdi meu tempo. Talvez o clima dramático tenha me causado uma certa depressão. Ver a Mia sempre andando de cabeça baixa sem evoluir quase nada, parece que minha energia foi igualmente drenada.......

31 dezembro 2016

Yuri!! On Ice

Certamente um dos títulos mais comentados do ano, Yuri!! On Ice... Oh meu Deus, o que foi isso.... 
Já dediquei alguns post sobre ele, então esse será um fechamento de todos... como se tornou um anime bastante popular vou me abster de informações mais básicas da série (pois outras pessoas o fazem com muito mais competência sobre isso) e vou me ater a comentários pessoais sobre o título.
Na minha opinião o desenvolvimento começou excelente, houve um pequeno descontrole no meio e retomou ao alto nível no final. 
Achei absolutamente desnecessário e até apelativo algumas situações, não relacionados ao humor, porque este achei muitíssimo agradável e me arrancou algumas gargalhadas até... mas achei algumas situações com MUITA conotação sexual e erótica, muita apelação em relação a corpos principalmente.. 
Não estou falando da relação amorosa entre Yuri e Viktor, se é que ela existe... Sim, eu sou dessas que só admito que existe alguma coisa entre os dois se houver beijo explícito e / ou declaração sem sombra de dúvidas.... porque (isso vai soar tão ridículo mas vamos lá...) só porque eles se abraçam como um casal, brigam como um casal, brincam como um casal e até usam alianças como um casal não quer dizer que sejam um casal....... hehehahaheaheha Porque sim, eu creio que ainda possa existir relacionamentos tão próximos como a de um casal mas que sejam realmente um verdadeiro amor fraternal, e não sexual....
Ok, nesse mundo louco eu sou um pouco ingênua, mas convenhamos, é possível ser tão próximo e amar tanto outra pessoa que não é preciso dar a bunda para ela....
Mas vamos lá.......  o que me incomodou não foi ter ou não ter casal gay no enredo, o que me incomodou foi explorar demais insinuações eróticas.. beirando a libertinagem e putaria. Em alguns momentos deixou de ser engraçado, a elegancia passou longe e ficou uma coisa um pouco constrangedora... o que me irrita nesse sentido é que não havia necessidade nenhuma de apelar para esse tipo de coisa, porque a história, dramas e personagens são excelentes. 
Li em algum lugar, e ri muito disso, que o Yuri começou a lembrar o Shinji, de Evangelion... Gente, que maldade... não tem nem comparação.... Considero os dramas do Yuri muito mais justificáveis e realistas do que o Shinji...
Viktor também é outro personagem excelente... em alguns momentos me lembrou o personagem Yuki , de Gravitation .. sim, aquele escritor... as vezes parece que o Viktor suportava o Yuri mais por pena e sentimento de responsabilidade, do que outra coisa.... também aquela faixada de extroversão quase circense.. quem sabe por tras haveria um vazio em sua carreira, quando se alcança tantos títulos e reconhecimento, prosseguir torna-se amedrontante ou até desmotivador... o final foi bastante interessante para Viktor pois parece que a quebra de records o motivou para correr atrás de algo novamente.. afinal quem está na frente não tem ninguém para perseguir, não é.. kkkkk O topo é um lugar bastante solitário.. talvez Viktor sofresse isso, e precisou de um tempo andando com os meros mortais e suas limitações, para que pudesse voltar a escalar e ter um novo objetivo. 
O Yuri russo, no começo sentia uma leve antipatia por ele, talvez a juventude me traga antipatia.. depois identifiquei minhas frustrações e o considero hoje bastante interessante.. Talvez ele seja a versão jovem e obstinada do Yuri japonês... porque ambos precisam quase morrer de tanto treinar para obter resultados, a diferença é que o russo encara as limitações com sangue nos olhos, e o japonês deixa seu lado emocional falar mais alto. Certamente o Yuri japonês é muito mais humano e é o mais comum de sermos.... e o Yuri russo é aquele que precisamos nos esforçar para ser. 
Bem, eu poderia ficar divagando por horas pela série.. e isso realmente é um bom sinal.. se temos assunto para conversar por horas, e estamos falando de aspectos dos personagens, é um ótimo sinal.... por isso que me chateia os exageros que comentei no começo do post, realmente com essa carga dramática de personagens, se faz desnecessários closes em bundas, quadris, etc e tal... 
Mas tudo bem...
Gostei muito do título, muito mesmo, diferente e muitíssimo dinâmico em muitos aspectos, repleto de situações, temas e situações interessantes. É uma obra riquíssima, já estou com saudades.. pena que já acabou.... será que acabou? espero que não. :)

15 dezembro 2016

Yuri On Ice (terceiras impressões....)

Bem.. o último episódio que assisti foi o décimo...  continuarei até o final, obviamente.. Nos últimos 4 episódios entretanto o fanservice está chegando a níveis estratosféricos... No começo uma menção aqui ou ali, ligado ao humor.. tudo bem.. Ok... faz parte..... Mas agora, até eu que sou bastante tolerante começo a me incomodar com TANTA apelação em nível crescente e cada vez mais explícito. Gente... muitas caras e bocas, e closes em bundas e peitorais... tá ficando meio chato... bem desnecessário até... beirando ao ridículo.... Será que vão conseguir estragar com o ritmo e cadência tão interessantes do tema e desenvolvimento dos personagens para dar espaço a coisas que pouco ou nada acrescentam ao trama? Espero que recuem nessa abordagem, para que pelo menos na reta final  o anime volte ao equilíbrio e continue proporcionando um deleite aos olhos, sem que para isso precise apelar na exposição banalizada de corpos masculinos e insinuações.  

14 novembro 2016

ReLife (anime)

Originalmente é um mangá que começou a ser publicado em outubro de 2013 (ainda em publicação). Ganhou adaptação para anime em 2016.. conta com 13 episódios. 
A história é interessante..um homem de 27 anos com problemas na vida profissional (alguns traumas decorrentes do último emprego), atualmente desempregado, recebe a oferta de trabalhar como cobaia em um experimento que consiste em tomar uma pírola (no melhor estilo Morpheusssss heheheheh) que o transformará na aparência de um adolescente de 17 anos. Ele precisará passar um ano frequentando novamente o último ano do ensino médio e viver como um jovem de 17 anos. Após esse ano, se tudo correr bem (seja lá o que isso significa), ele receberá um emprego e as lembranças de todos que conviveram com ele será apagada (mas as lembranças dele não, obviamente). 
Ele aceita e começa a frequentar a escola... interagindo assim com os demais jovens e se envolvendo nos diversos dramas particulares, vivendo alguns dilemas, etc e tal.... enfim, interessante.
Pontos positivos: Animação agradável, traços bonitos, história legal com bastante potencial, humor agradável, sacadas bacanas, encerramentos com temas diferentes.
Algumas coisas que me incomodaram: Abertura bem sem graça e cansativa, trilha sonora de alguns episódios bem irritante (um piano nervoso sendo martelado em situações supostamente tensas), alguns draminhas que não precisavam de tanta atenção assim e, principalmente, quase imperdoável, não se trata de uma história fechada. É retratado apenas metade do ano letivo... não sabemos como termina a experiência..... então se a pessoa não está acompanhando o mangá, precisa esperar uma segunda temporada completamente incerta. 
Achei bem frustrante o final estar completamente em aberto... Se fosse para fazer isso deveria ter uma segunda temporada já praticamente anunciada, mas não é essa a realidade. Fiquei bem desolada e irritada por não ter nem perspectiva de saber como terminará a história. Triste.
O canal Intoxi Anime (inclusive os incentivo a conferirem os videos e o site, várias informações e análises interessantes e atuais sobre diversos animes) fez um vídeo especificamente sobre as chances de haver segunda temporada de ReLife. Confiram:


Que desanimador, não? Claro, são perspectivas, milagres são possíveis.. mas... 
É por essas e outras que eu detesto acompanhar títulos ainda em andamento buaaa

30 outubro 2016

Yuri On ICE (Segundas impressões)

Resumo do que estou achando do anime...


Ai gente.. é muita lindeza.... O que é esse Victor.............. OMG ...............


Chihayafuru - filme Live action (Segundo filme)

ô minha gente amada, como estão?
Já faz algum tempo que tive o prazer de assistir ao segundo live action de Chihayafuru! (shimo no ku).
Sabem que Chihayafuru é um dos meus queridinhos, não é? Adoro o anime, gostei muito do primeiro filme.. e o segundo, como foi? Bem, foi uma ótima experiencia também. 
Quando nos deparamos com os filmes, é impossível não comparar com o anime.. o que de certa forma é bom, pois acho que o público que assiste ao filme sabendo previamente do anime, na minha opinião, tem maior probabilidade de gostar do filme. Apresentar todo o universo de Chihayafuru só pelo filme talvez não encante tanto.. afinal, devido ao tempo, é impossível retratar toda a riqueza de personalidades e dinâmicas próprias de Chihayafuru.
Se o primeiro filme segue mais ou menos a sequencia do anime, cortando algumas coisas e ajustando outras, o segundo filme tem uma dinâmica um pouco diferente. A história continua lá, mas é contada de uma forma diferente. Optaram por adaptar não cortando coisas, mas contando-as de uma forma diferente. Ficou bom? Ficou. Ficou tão bom quanto o anime? Na minha opinião não. 
Talvez não agrade mesmo ao pessoal fanático pelo anime.. mas os fanáticos já se sentiram agredidos com os cortes de conteúdo do primeiro filme... mudança de enredo do segundo será o fim do mundo para eles kkkkk
É um caminho interessante a seguir. Não acho que tenha prejudicado muito... mas acho que as mudanças feitas mudaram um pouco a personalidade e motivação de alguns personagens... Chihaya chegou a ter um momento em que abandonou o time... Arata demorando demais para reassumir seu interesse e metas no karuta... Rainha mais amigável que o comum... enfim....várias coisinhas aqui e ali... a figura da professora orientadora é totalmente nula, e no desenho é tão interessante ver a evolução que ela tem em relação ao karuta......... enfim, mas de modo geral, gostei do segundo filme. Os atores são excelentes... a produção é caprichada... o senso de humor envolvendo ambos os filmes é uma delícia... e é sempre gostoso ver a versão live action de um desenho que vc gosta tanto.. a menos que o live seja um verdadeiro fiasco, coisa que absolutamente não é o caso.

09 outubro 2016

Yuri On Ice (anime) (Primeiras impressões)

Olá amados!
Acabei de assistir ao primeiro episódio de Yuri!!! On Ice.
Contando com a direção de Sayo Yamamoto e escrito por Mitsuro Kubo, estreou na TV japonesa nesse mês, se não me engano.... 
Já tinha visto o anúncio desse anime e obviamente, caí de amores por causa do tema: patinação no gelo. Tem como não se apaixonar? *fechadas no coração*
O primeiro episódio foi realmente excelente... foi feito um trabalho primoroso em relação aos detalhes, coreografias, expressões, dinâmica.. enfim, tudo o que poderia ser um ponto baixo em uma animação devido a dificuldade em retratar algo tão dinâmico como patinação, foi o ponto alto da série. Temia ver uma animação mais simples, com poucos detalhes, mas o que se vê, ao menos nesse primeiro episódio, é um deleite. 
Em alguns momentos me lembrou Free! (especialmente por eventualmente explorar a beleza dos personagens, arrancando suspiros das mocinhas hehe) porém, Free! como já comentei no blog, foi um anime que me surpreendeu positivamente, apesar do seu início pouco promissor. Yuri On Ice, na minha opinião, teve uma estréia brilhante, elevando as expectativas consideravelmente. Acho que será uma delícia de assistir, a história promete ter tudo o que um bom anime pode proporcionar, aliado a um visual e animação acima da média. 

06 outubro 2016

Chihayafuru - filme live action (Primeiro filme)

Essa semana finalmente assisti "Chihayafuru: Kami no Ku", o primeiro live action que estreou no Japão em março de 2016. Ainda não vi "Chihayafuru: Shimo no Ku", que foi lançado em abril de 2016. 
Com quase duas horas de duração, realmente foi uma ótima surpresa. Sou apaixonada pelo anime e gostei bastante das adaptações... esperar que fosse algo igual ao anime era completamente irreal, mas as adaptações feitas foram muito boas. Claro, prefiro a versão anime, mas nota 10 pelo filme.. 
Houve algumas simplificações de enredo... e algumas personalidades mudaram um pouco, a mais gritante foi o Yuusei Nishida... que no filme se mostra um extremo extrovertido falante e brincalhão... mas acho que isso era para balancear um pouco os personagens.. já que os demais já são, por natureza, mais sérios e centrados... (salvo Chihaya... hahahah) penso que para dar um pouco de dinamismo, faltava uma personalidade assim.. (embora eu goste do Nishida original... hehehe).
A atriz que interpreta Chihaya é Suzu Hirose... achei maravilhosa...  conseguiu fazer a Chihaya bem natural, sem cair naquele estilo caricato que normalmente vemos em live action.. e que a personalidade da Chihaya poderia facilmente atrair....

Shuuhei Nomura interpreta o Machima... também gostei bastante... Mackenyu interpreta Arata... também, muito consistente sua atuação... Yuuma Yamato interpreta Nishida... apesar de sair-se bem, não vou muito com a cara de personagens "extrovertidões" mas enfim... A atriz Mone Kamishiraishi dá vida a Oe... outra adaptação que brilhou, na minha opinião.. excelente... Yuuki Morinaga interpreta Komano... novamente, gostei muito da atuação dele, em especial, gostei da adaptação do filme sobre como Komano entrou no time.. suas frustrações em relação a dificuldade do jogo.. enfim... gostei bastante... 
Alias, o que eu mais gosto no anime são os personagens e o drama convincente de cada um... então os personagens que tem tudo para ser impopular, acabam sendo interessantes porque eles tem consistência.. e por mais que tenham características pouco populares, eles de alguma forma nos tocam e nos colocam mais próximo de características "pouco legais" que nós temos e negamos hehhe

Voltando aos atores... incrível!!!!!!!!!!! conseguiram um ator que é o clone do Hiro Kinashi... quem o interpreta é Ryotarou Sakaguchi.. ficou perfeito. kkkkkk
O filme termina quando o time da Chihaya enfrenta a equipe Hokuou (primeira vez)... Algumas coisas foram modificadas, claro.. a dinâmica do jogo tb.... aquela estratégia de dividir as cartas não existiu... e foi direto nesse jogo contra o Hokuou que a questão do Komano se sentir frustrado dentro da equipe é que foi resolvida.. ou seja... aglutinaram MUITAS situações... afinal, tudo tinha que caber em um filme né... Claro, se perde muita coisa... muita construção do personagem fica comprometido.. mas mesmo assim achei interessante o resultado final. 
O filme termina com a equipe indo para o torneio nacional.. e o Taichi falando com o Arata no telefone...Arata dizendo que não ia mais jogar karuta (sendo que passou o filme todo jogando).. parece que a situação com o avô dele acontece no final do filme.. ou seja.. mudaram a ordem das coisas... Alias, para isso eles omitiram essa questão de jogador estar na classe A.. B... C .... enfim... mudanças cronológicas de acontecimentos que não chegam a prejudicar a história... 
Ansiosa para ver o segundo filme....... acho que apesar das adaptações, os acontecimentos principais estão lá.. então tá valendo.. :)

Trailer do primeiro filme:


26 maio 2016

Invasão de minions e fuga para a praia

Gente, é isso, eu não tomo vergonha na cara mesmo.. quando acho que vou atualizar com mais frequência acabo ficando um mês sem vir aqui. Me perdoemmmmm...
Mas me falem, o que andam aprontando?
Eu acabei pegando algumas encomendas de costura... estão fiquei bem envolvida com isso... Para o aniversário do filho da minha amiga, fiz de lembrancinhas minions de feltro... ficaram bem fofinhos! Deem uma olhada na turma pronta:



Depois acabei passando uma semana na praia.. a parte boa é que eu adoro frio, a parte ruim é que só é bom gostar de frio quando você pode se agasalhar né? E na praia fez bastante frio... e eu não levei tanta roupa quentinha como deveria... na verdade, acabei usando só as peças que eu coloquei na mala pensando "vou levar essa blusa né.. vai que.... e essa calça... vai que... " e assim por diante. hehehe
Mas no final das contas deu tudo certo e foram dias muito bons. 
Alguns registros:




Mas é isso.... meu trabalho atual de costura é uma sacola para eu carregar o case do meu violoncelo... o case é daqueles capa dura, sabe? mas infelizmente só tem uma alça para segurar.. e eu to vendo que com o peso não demorará muito para quebrar aquilo..... então estou bolando uma sacola em formato de violoncelo que caiba o case e tenha mais pontos de apoio para segurar... hehehe.... adorei o case (SKB) rígido mas acho que os fabricantes pisaram na bola colocando só uma alça... mas volto ao assunto assim que terminar a sacola. .. hehehe
Até!


12 abril 2016

Free! 1 e 2 temporadas (anime)

Depois de meses com esse anime na minha lista de "preciso assistir", comecei a primeira temporada e acabei engatando com a segunda! pontos pra mim, uhu!
Vamos lá....

Free! - Iwatobi Swin Club (primeira temporada)

Lançado em 2013, direção de Hiroko Utsumi, produção de Kyoto Animation e Animation Do. Total de 12 episódios. Gênero dominante: Esportes (natação)

Bem, eu tive um certo conflito a medida que assistia ao anime. Minha primeira impressão foi igual aos comentários dominantes sobre o título. Trata-se de um fan-service descarado. A medida que continua assistindo, percebi que... bom, ele realmente é um fan-service HAHAHAHA com muitos corpos masculinos super definidos ui ui que maravilha *____* (eu considero fan-service só no sentido de expor corpos maravilhosos, mas não tem nada rolando entre os personagens ou conotação sexual, ou piadas e situações sexuais ok).... Nota importante: depois de assistir a segunda temporada, percebi que não se limitava somente a isso. Na verdade pela qualidade dos tramas, bem que poderiam ter pegado mais leve nas cenas de quase nu masculino... isso provavelmente afasta certo público que não suporta isso e acaba por perder uma ótima história.
As minhas primeiras impressões da primeira temporada limita-se a uma série que não traz nada de espetacular e  repleto de clichês... A princípio  tem como único diferencial trazer um personagem que é a personificação do complexo e trauma.. O nome do menino problema em Free é Rin Matsuoka.
Rin deve personificar o drama que um japonês pode cair caso seja criado envolto com altíssimas expectativas (seja dos outros ou de si) e, por alguma razão, não consegue realizar seus objetivos.
Rin frustra-se com a natação e, incapaz de lidar com a própria frustração e sentimento de incapacidade, acaba por apresentar uma série de comportamentos e sentimentos destrutivos, isolando-se e reagindo com violência a qualquer tentativa de aproximação por parte dos outros. Isso tudo parece se resolver (mais ou menos) com a ajuda de seus colegas de infância (colegas de time de natação). No final de tudo parece haver um romper de consciência e Rin se vê capaz de seguir com seus planos, mas sob perspectiva diferente.
Podemos considerar que a primeira temporada gira em torno desse conflito protagonizado por Rin... também são bem presentes seus amigos de infância tentando trazer um sentido para a existência e organizando toda a frustração que ele sentia usando para isso o laço de amizade e a natação que une os jovens.
No final das contas foi um bom final.
A primeira temporada encerra-se de uma maneira adequada, nos dá um renovo, uma perspectiva para o futuro. Com essas boas impressões, resolvi encarar a segunda temporada do anime, e ai minha opinião sobre o título realmente melhora consideravelmente.

Free! - Eternal Summer (segunda temporada)

Exibida em 2014 e com 13 episódios. Se na primeira temporada, o foco geral era Rin, na segunda, quem é o principal protagonista é Haruka.. o rapaz prodígio da natação.. que embora seja excepcionalmente bom nadando, parece viver de uma maneira bastante desmotivada em relação ao próprio futuro, não apresentando sonhos ou grandes aspirações.
Haruka Nanase... é aquela personagem caladão, misterioso, ligeiramente fofo, admirado por todos mas em contrapartida, não dá a mínima para esse suposto sucesso. É o típico personagem phodão misterioso indiferente aos outros, mas não chega a ser babaca. Trata a todos com cordialidade e continua vivendo em seu mundo próprio, evitando ao máximo situações de conflito. Ele é o favo de mel e todos os demais personagens são abelhinhas.
Na segunda temporada Rin Matsuoka muda da água para o vinho, e realmente percebemos o quanto deprimido e perdido ele estava na primeira temporada. Agora, realmente sua personalidade aflora e é nos dado mais elementos para compreender como ele realmente é... e percebemos como a sua maneira de agir na primeira temporada realmente era um fundo do poço que estava vivendo. hehe... Diante da falta de sonhos e aspirações que Haruka apresenta, Rin começa a tentar trazê-lo para novas perspectivas de futuro.... em contrapartida, Haruka resiste... creio que toda a passividade dele seja um misto de personalidade propensa a isso e medo do futuro e mudanças.
Todos esses dramas, tanto na primeira como segunda temporada, são transpassados pelo relacionamento deles com os amigos, e eventualmente algum outro personagem que aparece aqui ou ali, com suas histórias e dramas paralelos.
Para completar o hall de amigos principais, temos um personagem chamado Makoto Tachibana, que supostamente é o mais sensato de todos, o cara que traz todas as características de mais adulto, mais paternal (ou maternal, sei la) e unifica todos. 








Outro que funciona como um unificador do grupo, mas de uma forma mais humorística, é Nagisa Hazuki... bem humorado, querido por todos, quase infantil (no sentido de fofinho), Nagisa é aquele personagem legalzinho que todos gostam. Quase um clone do personagem coelho, de Fruit Basket, lembram?







E o último que sem dúvida nenhuma é um exemplo de superação a ser seguido é Rei Ryugazaki... originalmente fazia parte do clube de atletismo e mesmo sem saber nadar (?!?!?) consente em fazer parte do clube de natação. Esse cara passa por poucas e boas, realmente admirável a força de vontade e capacidade de superar a vergonha de estar exposto a situações que claramente ele não domina. Palmas para ele. Embora não seja meu personagem preferido, ele de longe é o mais admirável.





Me perdoe os fãs mas os demais personagens são aqueles coadjuvantássos.. heheheheeh 
O final da segunda temporada foi bastante surpreendente.. eu pensei que iram deixar muitas coisas em aberto, mas optaram por esclarecer muitas curiosidades a respeito do futuro dos personagens... com algumas imagens que nos dão uma ideia de para que direção as coisas caminharam....
De maneira geral eu gostei bastante.. tirando o excesso de músculos e situações completamente dispensáveis... que me deu até um pouco de vergonha alheia.. acho que a série consegue gradativamente melhorar, e muito, seu enredo... todos os personagens de maneira geral evoluem e amadurecem bastante.. o que é um ótimo ponto positivo para a obra...
A animação de modo geral é bem agradável e bonita... Os temas de abertura e encerramento também são interessantes e bem diferentes.... de todas, a minha predileta é o encerramento da segunda temporada.. achei  bem sem noção e divertida.. confiram:




É isso ai gente amada... Recomendo Free se você conseguir ignorar as cenas bobas e fan-service... no final das contas, o enredo é muito bom e vale a pena acompanhar o amadurecimento dos personagens. Ainda tem um filme chamado High Speed! Free! Starting Days mas ainda não consegui assistir...



08 março 2016

Dance with Devils (mangá) *primeiras impressões*

No post anterior falei sobre Dance with Devils (anime) e não é que conseguir ter acesso ao primeiro capitulo do mangá? Infelizmente só 40 páginas fiquei bem curiosa com será o desenrolar versão mangá...
Primeiras impressões:
Só o fato do mangá não ter a possibilidade de clipes musicais já é ótimo.. hehehe ... o visual é igualmente bonito, não fica atras do anime... traços limpos mas detalhados, muito belo mesmo. 
Em relação a história me agradou muito o ritmo das primeiras páginas... Parece ser mais coerente que o anime, em relação ao conselho estudantil ser realmente alunos empenhados com o dia a dia da escola, e não uma espécie de máfia gótica que nunca faz porcaria nenhuma para a escola e só fica tocando o terror nos alunos. 
O relacionamento entre Ritsuka e Lindo também parece ser retratada de forma mais rica do que no anime. A forma como o enredo se apresenta é bem diferente se comparado ao anime. Dá para perceber que a história é a mesma, mas a forma como é apresentada é muito diferente (isso não é um defeito, a meu ver, há muitos jeitos de contar uma história). Estou achando o ritmo bem adequado, muito bom o desenvolvimento. Gostei bastante. Fiquei com vontade de continuar a leitura.. pena que mesmo a versão em inglês ainda está nesse capítulo inicial.... creio que vá demorar para conseguirmos os próximos capítulos. Uma pena.. mas que bom quando vierem. 

01 março 2016

Dance with Devils (anime)

Olha, não vou negar.. me propus a assistir esse anime pelo motivo mais fútil de todos: vi uma figura de um dos personagens que eu achei simplesmente lindo. heheheheh Não lembro agora qual foi a ilustração especificamente, mas foi esse personagem aqui do lado que me seduziu a assistir a série.... vai me dizer que esse cara não é lindo? Pois é.. e sabe o que mais? Ele sabe que é lindo, afinal se chama Lindo Tachibana. kkkk fala sério, dei muita risada quando soube. Mas tudo bem, fui lá, cacei o anime e me pus a assistir.
Feito pelo estúdio Elements Garden, direção de Ai Yoshimura, animação do estúdio Braiin´s Base. Série escrita por Tomoko Konparu, Character designs de Hirotaka Maeda e Yuka Takashina. Parece que teve sua estréia em outubro de 2015, finalizando em dezembro do mesmo ano, com o total de 12 episódios. Há um mangá (um volume) escrito por Samalo Natsu, iniciado em setembro de 2015 (ainda em andamento, pelo que parece).
As primeiras impressões são ótimas, afinal as primeiras impressões sempre são referentes ao aspecto do anime... e vou dizer algo, só tem beldade... A animação de modo geral é muito, muito bonita, cenários lindos, roupas lindas, personagens lindos...
Ôôô meu Deus, que homens lindos...
Olha ai o Rem.. coisa mais linda... tão lindo quanto o Lindo... ui ui ui










Shiki também, absolutamente lindo em sua esquisitice bizarra...







Personagens femininos muito bonitos também....







Mas infelizmente (ou felizmente) as coisas não se resumem a beleza. Vamos aos outros aspectos que podem tornar esse anime uma boa pedida ou simplesmente insuportável.
A história de modo geral me surpreendeu positivamente. Sendo sincera, com o passar dos episódios tudo estava levando a crer que se tratava de uma história com ares de crepúsculo, envolvendo porém vampiros e demônios, onde todos os homens lindos da história inexplicavelmente se apaixonavam pela mesma menina que não tem absolutamente nada demais. Felizmente me enganei. A história começou a tomar forma, começou a surgir realmente um enredo e há um motivo plausível para tanta atenção envolvendo a personagem principal (no caso, a Ritsuka..). No final das contas a gente percebe que a criatura mais lascada da história é a mocinha hahahah
Falando especificamente da Ritsuka, ela não chega a ser irritante... de fato, meio bobinha mas nada caricaturado. Um pouco ingênua ao tentar procurar respostas sobre tudo o que está acontecendo, mas não chega a ser uma anta como em várias séries que estão por ai. Considero uma postura até que adequada a uma menina de 16 anos. Os demais personagens são muito bons... excetuando o Mage... bastante caricaturado e irritante.
Agora vamos as particularidades do seriado...
Sabe aqueles desenhos da Disney, tipo, O Rei Leão? (que eu amo, inclusive.. chorei horrores assistindo no cinema quando foi lançado..kkkkkk)... quando os personagens estão interagindo e tals, então do nada, começam a cantar e acontece uma espécie de clipe musical no meio da história? Então. Isso acontece em Dance with Devils.
Sinceramente isso foi um choque para mim... Eu nunca esperava isso de um anime, e considero que já assisti MUITOS títulos, nunca tinha me deparado com nada assim... em todos os episódios, existe pelo menos uma canção, uma espécie de clipe musical protagonizando por alguém da história. Simplesmente bizarro e particularmente senti muita vergonha alheia em vários momentos.
O único ponto positivo desses clipes, em mais de 12, foi o protagonizado pelo Shiki... que acontece em um museu das memórias, ponto alto do anime, na minha opinião.. foi uma forma bem interessante de revelar alguns aspectos do passado....




Outra coisa que depõe contra ao anime foi o abuso de trejeitos e situações teatrais que beiram ao ridículo, os ares sedutores das beldades masculinas chegam a ser infantis e vergonhosos. Alguns momentos são bastante constrangedores.. kkkkkk Tanta afetação beirando a bobice... Felizmente o visual do anime é tão bonito que fazemos um esforço para ignorar os exageros desse aspecto.
Se você conseguir ignorar os clipes musicais e toda a afetação exagerada dos homens, principalmente no começo, mostrando o quaaaaaanto eles são phodas e gostooooooosos, é uma boa pedida. A história tem um bom enredo, pena que perderam tempo e animação em coisas supérfluas para a história.. se desenvolvessem mais cada um dos personagens, ficaria um título realmente acima da média.
O final dá margem para continuação.. mas também não seria o fim do mundo se terminasse do jeito que está.
No final as contas sabe o que me lembrou um pouco? a arte da Kaori Yuki... algo beirando ao clássico e gótico...

A abertura não é uma das minhas prediletas.. mas é boazinha:


Eu prefiro o encerramento..  com ares mais divertidos e um toque estranho.. hahahaha

É isso... a história é boa e tinha potencial para explorar mais, visual lindo, animação ótima, alguns exageros e clipes musicais desnecessários... Dance with Devils certamente oferece coisas bem diferentes, nem todas caem bem, mas não chega a ser uma experiência desagradável.
Ahn, outra consideração sobre o anime. Não apresenta tão descaradamente aquela ambiguidade entre o bem e o mal tão presente em algumas produções.
Na verdade em vários momentos é explorado o lado mal do mal... no sentido de "o que você queria? demônios adoram mentir". Nesse sentido. Então nesse sentido até que é um pouquinho responsável. É que eu vejo com maus olhos produções que apresentam o indesejável como desejável, o mal como sendo uma virtude. Nesse aspecto acho que o anime não peca tanto, em vários momentos é retratado o aspecto ruim do mal, embora ele se apresente de forma agradável aos sentidos. 

01 fevereiro 2016

Duna Atelier

Sabem que adoro costurar, né... ultimamente estou realizando vários projetos de patchwork (agora me ocorreu que nunca mais tirei fotos das coisas que fiz... aff... mas sempre estou fazendo coisas novas, gente.. embora tenha parado de colocar aqui...)
De qualquer forma estou fazendo bastante patchwork, principalmente para presentear amigos. Eu tinha uma régua em centimetros mas comecei a sentir necessidade de uma régua em polegadas e ... minha gente, não sei onde moram mas por aqui sumiram as réguas de polegadas do mercado... Em loja física não achei, e olha que moro numa capital... Fui buscar na internet e achei o site Duna Atelier:


Repleto de produtos interessantes e.... tinha a régua em polegada!!! Com um preço super acessível também! Comprei essa:


Hoje recebi a régua,  optei por boleto, via pagseguro. Foi bem embalado, a régua chegou direitinho, com película protegendo. Achei super caprichado, recebi uns brindezinhos super fofos e uma cartinha da empresa. São bem atenciosos. Super recomendo! Se estão procurando réguas de patchwork com preços acessíveis... taí a dica. Para mim veio super rápido e deu tudo certo. Tem vários outros produtos que são super fofos também. Não vieram com essa compra mas em outras lojas eu ja tinha visto produtos da Duna Atelier, principalmente botões decorados.. enriquecem imensamente os trabalhos. Gostei muito!
É isso amados, uma dica de compra segura e produtos ótimos, as vezes ficamos com receio de realizar compras em sites de empresas que ainda não conhecemos, então fica minha recomendação. Minha experiência foi ótima num produto que eu estava realmente sentindo dificuldade de encontrar. :)

2016

Gente!!!!!!!! já é 2016!!!!! Já é fevereiro!!!! como assim!!!! hehehe
Espero que tenham passado férias maravilhosas.. porque as minhas foram meio zoadas... Me cansei mais do que descansei.. não consegui estudar tanto quanto gostaria.. nem viajei... tive crise de labirintite... David Bowie morreu.... ou seja.. tchau férias, já vai tarde... foi 2015 fazendo ora extra, só pode. 
Mas tudo bem!!!! 2016 será maravilhoso, "posso ouvir um amém, igreja?????" "AMÉM!!!!" Apesar de todas as coisas chatas, Deus mostrou um cuidado muito lindo sobre minha vida em todos os momentos. Então, apesar de tudo, Deus está cuidado de tudo :D 

13 dezembro 2015

Orange (by Ichigo Takano) (mangá)

Então eu comprei o volume 1 publicado pela JBC  sem saber nada da história e como frequentemente acontece, deixei ali no meu armário por alguns dias antes que eu tivesse a presença de espírito (vulgo vergonha na cara) para abrir e ler. 
Alguns dias atrás comecei a ler e................. oh meu Deus....................................... eu.... amei !!!! Terminei de ler e óbvio, fui caçar a obra completa para ler porque eu não conseguiria aguentar a espera né... graças ao bom Deus ainda estão disponíveis online a tradução de Orange, e lá fui eu ler os 22 capítulos....
Gente, incrível, recomendo muito.. chorei litros... hehehehe Como já comentei, não sou fã de drama. Mas particularmente o drama sofrido pelo personagem principal realmente me toca. Sinto alguma familiaridade com Kakeru, e por outro lado também sei a dor que seus amigos sentem porque infelizmente como é a dor de perder alguém para o suicídio. 
No caso de Orange, especificamente, de maneira geral eu só achei dois excessos que não acrescentaram grande coisa a história. Um deles foi a Ueda-sempai..... na minha opinião é uma personagem totalmente dispensável. Parece que sua função era só lembrar que se trata de um shoujo, e que supostamente deveria haver algum tipo de intriga amorosa.. mas sinceramente acho que Orange não precisava disso.. Mas não é algo que a meu ver, estrague a história. Só é demais. O segundo ponto ligeiramente negativo, que nem é tão negativo assim, é: eu senti falta de mais detalhes no final. Eu gostaria de vê-los adultos novamente. Não que seja um ponto realmente negativo terminar como terminou, não é? Assim dá margem para nossa imaginação e nesse aspecto, é até melhor. 
De fato, Orange traz um tema bastante denso.... Sem dúvida, entra para o hall dos meus mangás prediletos.

Certamente continuarei comprando as edições da JBC, até mesmo lerei de novo para conferir as traduções oficiais, digamos assim... Recomendo bastante. Mesmo você, como eu, já leu até o final Orange, compre as edições da JBC. Está em uma qualidade muito boa e sempre é bom prestigiar os esforços das editoras nacionais. O melhor, são apenas 5 volumes. Então não será um rombo financeiro muito dramático. hehehe

De volta...

Oi gente amada, que estão fazendo? Tudo bem? Faz tempo que não acrescento novos post. Parando para pensar, nem sei o que aconteceu de julho para cá... eu lembro que estava na odisseia de assistir Sailor Moon Crystal, em julho................ e veio hoje de manhã. hehehehehe
Falando sério, fiquei envolvida com alguns assuntos relacionados a minha saúde... não, não estou com nada grave...nem nascendo um rabo... muito menos nadadeiras. Está tudo bem. Fiquem tranquilos. (não que vocês estivessem preocupados né....)
Talvez eu dê um novo rumo ao blog... dê uma reorganizada geral... pensando aqui com os meus botões....... mas vamos as novidades, já no próximo post!

20 julho 2015

Lovely Complex

Aê!!!!!! Panini anunciou o lançamento do mangá Lovely complex!!!!! Aê Panini!!! Muito bem!!!!
Todo mundo elogiando a Panini, com muita razão, claro... mas sempre que a Panini anuncia algo que eu me interesso um pouco que  seja, me vem a pergunta: será que não vão cancelar faltando para terminar um volume ? hein? hein? hein? hehehehe... desculpem.... traumas de quem comprou por meses Peach Girl e ainda tem a coleção incompleta em casa. 
Coisas de Panini. 
Panini tem dessas né.
Panini... ai ai Panini.. 
Um ponto positivo é que a série já terminou... o ponto negativo é que são 17 volumes se não me engano. O ponto positivo é que trata-se de um título bastante comemorado, provavelmente as vendas serão grandes.. então a Panini não cancelaria lá pelo volume 15.... ou não né.. quem garante que não cancelem? Quem garante? ninguém garante. Então ficamos nessa. 
Eu estou comprando Ao Haru Ride pela Panini porque eu realmente adoro a série. Então vale a pena correr o risco. Mas entrando na questão de Lovely Complex, eu não adorei a série do começo ao fim.
Para mim, Lovely Complex me lembra YuYu Hakusho... (o que?!?!?!?!?) Sim! Explico:
Eu divido Yu Yu Hakusho em 3 etapas: A primeira, super legal... a segunda, o torneio das trevas, que é uma voadora no saco.. muito, muito, mas muito chato.. admiravelmente consegui assistir todo o tornei.... e a terceira etapa de Yu Yu Hakusho, termina o torneio e volta a ser legal de novo.  
É isso em Lovely Complex.. o começo super dinâmico e engraçado... depois vira um dramalhão mexicano que dá vontade de chorar de tão chato e forçado.. e a terceira etapa que volta a ser super legal e com algumas das cenas mais engraçadas que já presenciei no mundo dos animes. 
Isso no anime né. 
Agora.. enfrentar isso tudo em mangá... estou aqui pensando se vale a pena no sentido financeiro (17 volumes pelo menos...) e vale a pena a tensão psicológica de não completarem a série, afinal, por mais legalzinha que seja a Panini, se o título não vender bem, cancelam. Simples assim. 
Lovely complex, no geral, é muito bom. Vale a pena comprar o mangá? ........meditarei no assunto. hehehe

07 julho 2015

Shigatsu wa kimi no uso (anime)

Gente, te absurdo... faz um mês que escrevi esse post mas estava aqui aguardando para ser publicado. Que péssimo... mas antes tarde do que nunca né... lá vai:

Olá amados!!!!!
Mais um comentário sobre um anime bem recente... trata-se de "shigatsu wa kimi no uso", 22 episódios, em março terminou de ser exibido no Japão. Infelizmente não li ainda o mangá... é um título que certamente compraria caso fosse publicado. Assim como Ao Haru Raido, que estou comprando, mesmo já tendo lido todo o mangá pela internet e visto o anime. Falando nisso, recomendo pessoal.. comprem. heheeh
Voltando ao Shigatsu wa kimi no uso... já no começo nos deparamos com uma animação realmente muito bela. Os traços dos personagens, dinâmica, fotografia, enfim.. tudo é mesmo muito , muito belo.
Eu classificaria a série como musical (afinal, muitas e muitas peças de piano e violino são executadas ao longo dos ensaios e apresentações dos personagens), colegial (personagens frequentam o colégio), cotidiano, romance e drama. Alias, drama bem comovente. Eu só não fiquei realmente triste com o final porque acidentalmente descobri o que acontece com os personagens antes de começar a assistir o seriado. kkkkkk Não que isso seja um problema, afinal eu amo spoiler kkkkk
Kousei Arima é um rapaz prodígio no piano, porém nos últimos anos devido a morte de sua mãe (que era também sua mentora no início amorosa mas gradativamente cada vez mais tirana e maluca) ele acaba estagnando e não conseguindo mais tocar piano... uma espécie de bloqueio o impede de escutar a própria música e sentimentos de culpa em relação a mãe agravam ainda mais o drama pessoal do cidadão... hehe
Kaori Miyazono é aquele tipo de personagem que se apresenta alegre e extrovertido... via de regra eu não gosto desse tipo de personagem, mas curiosamente Kaori é muitíssimo simpática e não é irritante como costumam ser os extrovertidos e alegres em excesso. Ela é uma violinista que acaba persuadindo Arima a superar suas barreiras e voltar a encarar o piano. 
Os protagonistas mesmo são esses dois... há alguns outros personagens mas acabam se tornando coaduvantes, até mesmo a amiga de infância de Arima, é uma personagem bastante forte mas Kousei e Kaori se tornam tão marcantes na série, que na minha opinião todos os demais ficam em segundo plano. Todos os personagens se mostram muito bem construídos.. e é por isso que fiquei com vontade de ler o mangá.. vontade de conhecer mais a fundo cada um deles. 

Indico para quem não tenha traumas de seriados que beiram ao drama.. e que não ficam entediados com música clássica... Animação bonita.. belos traços e ótima dinâmica garantem uma boa fluidez da história. Título acima da média, recomendo.